| DHPP não terá condições de apurar crimes da PM, diz presidente da comissão de segurança da OAB |
| NotÃcias |
| Escrito por João Varella, do R7 |
| Qua, 04 de Maio de 2011 01:32 |
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publicado em 03/05/2011 Ã s 18h28:
Departamento é responsável por investigar ocorrências de resistência seguida de morte João Varella, do R7
Zacarias Pagnanelli/Record
Arles Gonçalves Júnior, presidente da comissão de segurança pública da OAB-SP O DHPP (Departamento de HomicÃdios e Proteção à Pessoa) terá dificuldades para apurar as ocorrências de resistência seguida de morte envolvendo policiais militares. A avaliação é do presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil, em São Paulo), Arles Gonçalves Junior.
Em entrevista exclusiva ao R7, Gonçalves afirmou que o departamento não tem infraestrutura adequada para lidar com esse tipo de crime, que demanda mais esforços de investigação. Segundo o advogado, será difÃcil para a PolÃcia Civil identificar os policiais militares que cometem crimes, pois eles saberiam encobrir as provas melhor que criminosos comuns. Por meio de nota, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) diz que o DHPP tem condições de apurar os crimes da PM, já que a quantidade de assassinatos na cidade diminuiu 80% nos últimos dez anos. "Hoje, com um número de crimes menor, o departamento tem plenas condições de assumir novas tarefas, por determinação do secretário da segurança pública e da Delegacia Geral de PolÃcia Civil, como a investigação de chacinas na grande São Paulo, as tentativas de homicÃdio, as mortes de agentes públicos e as mortes em confronto com policiais civis e militares", diz o texto.
Gonçalves participou do quadro Questão de Justiça, do Programa João Ferreira, na rádio Record, nesta semana. |
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