| TJSP: Brasileiro é mais exigente na hora de adotar criança |
| NotÃcias |
| Escrito por Programa Questão de Justiça |
| Seg, 07 de Fevereiro de 2011 21:13 |
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Reportagem do Jornal da Tarde Os brasileiros põem mais obstáculos à adoção de crianças que os estrangeiros que vêm ao PaÃs interessados em aumentar a famÃlia. Segundo dados do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), quase 100% dos casais brasileiros recusam crianças negras, pardas e indÃgenas, enquanto 77% dos estrangeiros são indiferentes à cor da pele.
![]() Ilustração - Reprodução Internet Filhos de pais portadores do vÃrus HIV são rejeitados por 48,9% dos casais brasileiros, contra 27,4% dos estrangeiros. Já as crianças geradas por incesto são recusadas por 55% dos brasileiros e 48,5% dos estrangeiros. Ainda no caso dos estrangeiros, embora haja mais rejeição a vÃtimas de estupro (85% ante 61% dos brasileiros), os maiores porcentuais de recusa se resumem a questões de saúde, como problemas fÃsicos e mentais.
"Os pais que vão para a adoção já tiveram parte de um sonho destruÃdo. E recomeçam suas expectativas do filho ideal, saudável, que vai para a faculdade, se casa e lhes dão netos", explica Halia Pauliv, autora de vários livros sobre a adoção e presidente da ONG Adoção Consciente. Hoje, o cadastro de interessados em uma adoção é nacional e contabiliza 31 mil casais para 8.014 crianças. "A desproporção se deve ao fato de que a preferência inicial dos casais ainda é adotar menina, recém-nascida e branca", resume o desembargador Antônio Carlos Malheiros, do TJ-SP.
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| Última atualização em Seg, 07 de Fevereiro de 2011 21:15 |
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